No dia seguinte sou novamente abordado por uma sms sua a referir-se ao tal chupão, por volta da meia noite, na qual dizia: “A marca ainda não desapareceu! Vou-te matar. Estás proibido de voltar a repetir” — perante isto fiquei sem saber o que lhe dizer, já lhe tinha pedido desculpa, decidira ser um pouco brincalhão para aligeirar a tensão: “ Prometo não voltar a repetir e se me matares, mata-me então de amor...” — ela responde: “Eu estava a falar a sério. E se te matar, pode ser de qualquer maneira, menos de amor. Até para me vestir estou com dificuldades! Não posso vestir o que quero, porque nota-se!” — perante esta resposta, fiquei a cogitar se ela se importava mesmo com a presença da marca e o valor que ela teve para ela, é daquelas situações, ter ou não ter, para o mal e para o bem, era assim que eu via as coisas. Quatro dias depois, logo pela madrugada, acompanho o meu irmão ao Porto, para o ajudar a ir ás editoras buscar livros para a sua papelaria. Lá para o meio da manhã, num intervalo do trabalho, decido movido pela falta que ela me fazia, enviar-lhe uma sms a saber dela e a marcar para aquele dia um breve encontro, apenas isso.